domingo, 7 de junho de 2026

INDICE

 Parte I: O Nome

Prólogo (2 páginas) – O momento em Dachau: "Ali estava. LORA, Giovanni. O mundo parou."
Capítulo 1: O que eu procurava – A pergunta original ("se Deus é bom, por que o mal?") e a amizade com Bruno na faculdade. Contexto mínimo, essencial.
Capítulo 2: A primeira viagem – A decisão de ir, a chegada a Cracóvia, Kazimierz, a sinagoga-estábulo. Termina com: "Ainda não sabia que um nome me esperava."

Parte II: A Geografia do Extermínio
Capítulo 3: Auschwitz – A fábrica de cascas (condensar o atual Cap. 3)
Capítulo 4: Birkenau – A rampa e a montanha de cabelos (manter o núcleo visceral)
*Capítulo 5: O muro-lápide de Podgórze* (manter, é único e poderoso)

Parte III: O Vazio e a Presença
Capítulo 6: Belzec – A memória do apagamento (manter a essência, cortar 30%)
Capítulo 7: Majdanek – O museu intacto (manter a cúpula de cinzas)
Capítulo 8: Treblinka – O silêncio da floresta e a revolta (manter o contraste)

Parte IV: A Virada (o coração do livro)
Capítulo 9: O nome na parede – REESCRITO: agora é o clímax da primeira metade. Expandir o momento da descoberta, a vertigem, a pesquisa imediata.
Capítulo 10: Giovanni Lora, nº 117285 – A investigação genealógica, a ida a Barth, a reconstrução da rotina na fábrica Heinkel.
Capítulo 11: A marcha da morte – O desaparecimento na estrada entre Barth e Rostock. O luto sem corpo.

Parte V: Os Outros Rostos
Capítulo 12: Plaszow – O terror à vista da cidade (Amon Göth, a villa, Schindler)
Capítulo 13: Mauthausen – A pedreira da alma (a escada da morte, a Intelligentsia)
Capítulo 14: Terezín – O teatro do abismo (condensar o atual, focar na farsa da Cruz Vermelha e nos desenhos infantis)
Capítulo 15: Sobibor – A herança de Isaac (a busca por Salomea Knopf, a morte do amigo, o nome ausente na lista)

Parte VI: A Última Faísca
Capítulo 16: O que aprendi – Síntese das reflexões cabalísticas, agora integradas à narrativa pessoal (não mais dispersas).
Capítulo 17: A banalização do horror – O alerta sobre o uso inflacionado das palavras "genocídio", "nazi", "fascista". A responsabilidade da testemunha.
Epílogo: A criança em Dachau – A cena final (já existe no manuscrito) como símbolo de vida que persiste, mas sem esquecimento.